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Elas são pequenas, mas já tem vontade própria e são exigentes. Fabricantes e varejistas já perceberam o potencial do mercado de brinquedos e lucram anualmente R$ 2,5 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq).

A primeira preocupação de quem trabalha com este segmento deve ser a segurança. Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq, ressalta que é preciso trabalhar somente com produtos que tenham o selo do Inmetro.

Os brinquedos ainda devem ser adequados para cada faixa etária. Essa informação tem de estar visível na embalagem para não arriscar a segurança do presenteado. Portanto, atenção: problemas com clientes, neste caso, podem ser fatais para o negócio.

Débora Neves, gerente de marketing da indústria de brinquedos Algazarra, diz que o preço da certificação não é dos mais baratos, mas afirma: “...vale a pena, pois assim temos a garantia de que estamos levando o melhor ao nosso cliente e de que ele ficará satisfeito com o nosso produto”.

Se o foco é a criança, encantar o público é imprescindível (os pais principalmente!). Foi o que fizeram as empresárias Cibele Varela e a Ana Cecília Nogueira, do Espaço Glue, que organizaram uma série de atividades para os pequenos durante as férias de julho.

A consultora do Sebrae-SP Lílian Fusco Rodrigues diz que a ideia é muito positiva: “É fundamental que o varejista faça com que sua loja se destaque da concorrência, não só na questão dos produtos e serviços oferecidos como também no visual”.

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